segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Filosofia Jobs.

Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem chegar ao Paraíso não querem morrer pra estar lá. Mas, apesar disso, a morte é um destino de todos nós. Ninguém nunca escapou. E deve ser assim, porque a morte é provavelmente a maior invenção da vida. É o agente de transformação da vida. Ela elimina os antigos e abre caminho para os novos.  (Steve Jobs)
   


   
   Morreu no último dia 05 de outubro, um dos maiores gênios contemporâneos, artista, inventor e empresário, Steve Jobs presidente e CEO da Apple. A notícia vem atrasada, mas o impacto continua o mesmo, arrisco a dizer que o verdadeiro impacto ainda não recaiu sobre nós.
   Homens como Jobs são raros. Acredito no potencial do ser humano de se desenvolver e se superar, existem milhares de pessoas com uma capacidade de inovação semelhante a de Steve, infelizmente o que não existe aos montes são pessoas com a corajem, bravura e espiríto destemido que ele demonstrou durante seus 56 anos.
  O medo ofusca o desenvolvimento e a capacidade. O temor ao erro, a falha, ao fracasso afastam o sucesso. Quem evita se arriscar esta fadado a viver na zona de conforto, divindindo mediocridade, sendo mais um, vivendo como mais um.
  A repercussão dos feitos do CEO da Apple, foi uma consequência dos risco que ele se propôs a  correr. Ele não trabalhava pela publicidade, pela fama ou qualquer coisa do tipo; mas pela satisfação de poder criar, de produzir diferença, de mudar com o que sabia fazer. Alcançar o patamar onde contribuições ganham o mundo não é o objetivo maior, ser um magnata internacionalmente é tentador, mas o verdadeiro diferencial do fundador da NeXT foi usar o seu talento sem medo e por prazer, para poder viver sem se preocupar com o que poderia ter feito mas se impediu por covardia.

“Nascemos, vivemos por um momento breve e morremos. Tem sido assim há muito tempo. A tecnologia não está mudando muito este cenário.”  (Steve Jobs)
   A morte elimina os antigos e abre caminho para os novos, é acreditando que o futuro guarda para nós novos Steve's ou Jobs melhorados, que termino esta postagem.

PS. O vídeo ao lado trata-se de discursos motivacional dirigido aos formandos Stanford.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

De repente feriado

   Não dá pra evitar. Mais dia, menos dia eles acham você. Não tem como fugir de um feriado. Dito isto imagine muitos feriados, vários deles, tantos que representam depressão na balança econômica, horas extra de o ócio, procrastinação e para os fanfarrões de plantão um tempo a mais para vandalizar, causar acidentes ou simplesmente um tempo para descansar e dormir excessivamente.
   Gritem pessimista, mandem crucificar, mas um exagerado número de datas comemorativas não agrega cultura nem nada do tipo. Se a intenção é valorizar a ideia do que o dia representa, condenar os estabelecimentos comerciais, escolas entre outros a não manterem suas atividades, não funciona.
   A maioria dos feriados não tem fundamento, e os que tem não são providos de conduta que afirmem sua necessidade (o que acontece com muita frequência, quem precisa de tantos políticos?).